Arquivo de novembro de 2008

Especiais

27-novembro-2008

Futebol, futebolistas e etc.

Bruno Guedes, Frederico Andrade, João Luiz Freitas e Jonas Mendonça

Sport de 1918

Sport de 1918

 O título deste especial é uma homenagem ao livro do jornalista juizforano Arides Braga, que escreveu sobre os clubes e as personalidades do futebol juizforano, povo que, assim como todo brasileiro, tem no esporte uma de suas maiores paixões. Em clima de título da Taça Minas Gerais, o JF em Pauta traz uma reportagem especial contando um pouco da história do esporte desde os primeiros quiques da pelota na cidade.

 

 

Brasil x Tupi

Brasil x Tupi

Já em 1893 a bola rolava por aqui, como registra uma ata existente no Instituto Granbery. No início do século, times de outras cidades vinham jogar por aqui. O esporte bretão foi crescendo e se consolidou com o surgimento do “trio de ferro” formado por Sport, Tupi e Tupynambás. Com eles vários craques desfilaram pelos nossos gramados, deixando até algumas lendas, como Telê Santana, sentados no banco de reserva. Jogadores, técnicos, personalidades ou um misto de tudo isso, como Geraldo Magela Tavares, que marcaram os torcedores que sempre lotaram os campos juizforanos.

 

Estádio Municipal completa 20 anos de história

Estádio completou 20 anos

Entre os momentos mais importantes do futebol juizforano não pode ficar de fora a lenda do “Fantasma do Mineirão”, que é como ficou conhecido o time do Tupi de 1965, que derrotou os grandes da capital, América, Atlético e Cruzeiro em plena Belo Horizonte. Em 1988 um marco para o futebol da Manchester Mineira, a inauguração do seu maior palco, o Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. Por ele, craques como Zico, Bebeto, Taffarel, Adílio, Juninho Pernambucano, Edílson, Túlio Maravilha entre outros, desfilaram seu talento, marcando esse vinte anos do Municipal.

 

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Especiais

27-novembro-2008

Cultura em Juiz de Fora: muita história para contar

Aline Zimmermann e Nickole Romanhol

Juiz de Fora tem grande destaque na cena cultural desde o século XIX. A história do cinema e do teatro se mistura com o desenvolvimento da Manchester Mineira. A vontade de se aproximar culturalmente das capitais e se tornar referência nesse segmento, fez com que a cidade estivesse aberta para importantes investimentos. O pioneirismo de João Carriço e as glamurosas salas de exibição tornavam o cinema um grande espetáculo. Grupos de teatro, alguns existentes até hoje, atraíam grandes públicos durante as apresentações. Além disso, a nossa história ainda registra o nascimento de um importante espaço ligado às duas manifestações artísticas: o Cine-Theatro Central.

História do Cinema                     História do Teatro

 

 

            Cine-Theatro Central: palco de grandes espetáculo

Especiais

27-novembro-2008

Imagens de Juiz de Fora

Nina Scafutto

Olvavo Bastos Freire (no círculo preto) foi o responsável pela primeira transmissão audiovisual ocorrida no Brasil, em 1948, em Juiz de Fora.

Olavo Bastos Freire (no círculo preto) foi o responsável pela primeira transmissão audiovisual ocorrida no Brasil, em 1948, em Juiz de Fora.

Muito do que se conhece acerca do discurso pioneirista na história de Juiz de Fora é refletido também na esfera da transmissão audiovisual na cidade. Para se ter idéia, a primeira transmissão audiovisual ocorrida no Brasil aconteceu no dia 28 de setembro de 1948 em território juizforano. Já no ano de 1950, Assis Chateaubriand fundou a primeira emissora geradora de imagens para televisão. Tratava-se da TV Tupi, canal 3 da cidade de São Paulo.

Juiz de Fora não ficou atrás do desenvolvimento das transmissões audiovisuais no país. Em 1960, foi inaugurada em Juiz de Fora a TV Mariano Procópio, que chegou a gerar 5 minutos de conteúdo diário para um jornal exibido na Tupi-Rio.

Na década de 60, os juizforanos puderam ver as imagens da TV Industrial, a primeira emissora geradora de imagens do interior do Brasil, comprada cerca de vinte anos depois pela TV Panorama, atual afiliada da Rede Globo na cidade.

A história da mídia televisiva em Juiz de Fora não pára por aí. A extinta TV Tiradentes chegou a ser afiliada do SBT, da Rede Bandeirantes e da Record em seus 10 anos de existência, sendo vendida para a TV Alterosa, no final da década de 90.

Especiais

27-novembro-2008

Jornalismo impresso, ontem, hoje e amanhã

Marinella Souza

No setor de memória da Biblioteca Municipal Murilo Mendes é possível encontrar exemplares de jornais antigos da cidade.

No setor de memória da Biblioteca Municipal Murilo Mendes é possível encontrar exemplares de jornais antigos da cidade.

“Nos jornais, encontramos uma cidade que podemos, ou não, reconhecer como a nossa.” Assim a jornalista e professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Christina Ferraz Musse inicia um dos capítulos de seu livro “Imprensa, cultura e imaginário urbanos: exercício de memória sobre os anos 60/70 em Juiz de Fora”. A frase justifica a importância de se abordar a história da imprensa em Juiz de Fora, fazendo uma comparação do que foi e do que é esse veículo na era pós-moderna em que imediatismo e interatividade tão fundamentais ao jornalismo se fundiram em um só veículo, a internet.

Essa análise vai se basear no depoimento de representantes de diversos momentos da mídia local Um deles, viveu o tempo áureo do Diário Mercantil, nos idos de 1960 e abandonou as redações de jornais impressos, trata-se do professor universitário José Luiz Ribeiro, que usa sua experiência para ensinar os jovens a produzir notícia. Ainda na ativa, desde a época de ouro do jornalismo impresso, Wilson Cid dá a sua visão desse veículo tão instigante. Recém-chegado ao mercado, o jornalista  Thiago Stephan (do Jornal JF Hoje) fala de como é fazer jornalismo impresso numa época em que a internet é o veículo em ascensão.

Especiais

26-novembro-2008

Juiz de Fora: uma cidade onde a música tem lugar

Roberta Cruz e Rosani Martins

Conhecida e tratada como Manchester Mineira, por ser considerada uma cidade de vanguarda, Juiz de Fora também é destaque na música. A “Princesa de Minas” já ofereceu, e ainda oferece, grandes nomes ao cenário musical brasileiro. Mas sua influência, por assim dizer, começa na base. Escolas de música e um Conservatório conceituado no Estado,  corais, bandas, o tradicional Festival Nacional de Música Colonial e Música Antiga e o Festival de Corais, que vêm ganhando cada vez mais reconhecimento e se tornando referência, são alguns exemplos que justificam essa tradição. (more…)

Especiais

25-novembro-2008

Arquitetura ferroviária em Juiz de Fora

Marcella Santiago

O progresso industrial de Juiz de Fora refletido na arquitetura de seus prédios ferroviários

Estação Mariano Procópio. A primeira estação ferroviária instalada em Juiz de Fora

Estação Mariano Procópio. A primeira estação ferroviária instalada em Juiz de Fora

Em 1875, a primeira estação ferroviária foi construída na cidade para a passagem da Estrada de Ferro Dom Pedro II. Em direção ao centro de Minas, essa ferrovia foi fundamental para um novo tempo em Juiz de Fora. A cidade, que já estava começando a percorrer o caminho do progresso industrial, pôde com a passagem da ferrovia, expandir seus horizontes comerciais. Uma trajetória marcada pela ostentação arquitetônica que se reflete diretamente nos prédios das estações ferroviárias, mais tarde, fundamentais para consolidar Juiz de Fora como pólo industrial da zona da Mata mineira.
Falar de arquitetura em Juiz de Fora, é falar de ecletismo, é verificar influências de diversos períodos artísticos e de culturas que aos poucos foram disseminadas pela cidade através de imigrantes que aqui foram se instalando. Ao redor da malha ferroviária, a cidade é sede de vasto conjunto de construções históricas que compõem o conjunto arquitetônico ferroviário. Uma viagem no tempo que nos leva às raízes de uma história de progresso.

Em 1875, foi erguida na cidade a estação ferroviária de Mariano Procópio, para a Estrada de Ferro Dom Pedro II. Mais tarde, em 1877, pela mesma estrada de ferro, foi erguida a Estação Central, que fica onde hoje chamamos de conjunto arquitetônico Praça da Estação.
Com a instalação das estações, foi aberto espaço para o surgimento de grandes indústrias na cidade. Nessas edificações foram aplicadas as mais novas técnicas construtivas, ou seja, a “moda” arquitetônica difundida naquele momento na Europa. O objetivo era consolidar através da arquitetura do prédio-sede da empresa os novos padrões da época. Podemos citar como exemplo, a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas - cujo prédio hoje é sede do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, e a Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli – responsável por importantes obras que viriam a compor o novo cenário urbano de Juiz de Fora nas primeiras décadas do século XX.

A arquiteta Danielle Couto, autora do trabalho de conclusão de mestrado pela Universidade de São Paulo, enxergou na arquitetura ferroviária uma nova tendência para estudos arquitetônicos.

Em entrevista ao JF em Pauta, Danielle fala dos desafios e surpresas durante a elaboração do trabalho: “Arquitetura ferroviária e industrial: o caso das cidades de São João del-Rey e Juiz de Fora [1975 - 1930]“

Confira a entrevista.

Especiais

25-novembro-2008

A história industrial da Manchester Mineira

Laura Nardelli e Tathiane Miranda

“Juiz de Fora, que já no tempo da minha primeira visita, era um importante centro comercial e industrial, progrediu maravilhosamente: é uma cidade importante, e se tornou a capital intelectual de Minas. Já não é a Princesa, mas a Rainha do Paraibuna”
Artur Azevedo, setembro de 1907 - 18 anos após a sua primeira visita

Vista noturna do Rio Paraibuna em Juiz de Fora

Vista noturna do Rio Paraibuna em Juiz de Fora

- Um pouco de história

- Expansão cafeeira

- Juiz de Fora, a Manchester Mineira

- Nascimento e consolidação das primeiras fábricas

- Desaceleração e decadência industrial

- Esforço pela reindustrialização

- Nova estratégia de desenvolvimento econômico local

- Desafios para Juiz de Fora

Economia

18-novembro-2008

Crise financeira já pode ser percebida em Juiz de Fora

Jonas Mendonça

A crise financeira mundial que começou nos Estados Unidos e, hoje, atinge bolsas de valores pelo mundo, já pode ser percebida em Juiz de Fora.

Entenda a crise financeira mundial

O gerente de negócios, José Carlos Stersi, acredita que as empresas estão mais cautelosas na hora de investir

O gerente de negócios, José Carlos Stersi, acredita que as empresas estão mais cautelosas na hora de investir

De acordo com o gerente de negócios de um banco da cidade, José Carlos Stersi, com o aumento das taxas de juros e a redução dos prazos de financiamento, o setor empresarial está mais cauteloso ao investir na linha produtiva. Stersi também atenta para a mudança de comportamento do consumidor, que passou a esperar um tempo maior para poder comprar. Para ele, isto pode gerar um efeito cascata, e o setor mergulhar ainda mais na crise. “Primeiro, as pessoas deixam de comprar, afetando o comércio, conseqüentemente, as indústrias também são afetadas e obrigadas a demitir”, afirma.

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Produção laboratorial em Jornalismo Hipermídia, Faculdade de Comunicação Social (UFJF). Matérias e reportagens locais, além de reflexões sobre os fazeres jornalísticos em sua relação com as tecnologias. Coordenação: Profa. Ms. Luciene Tófoli e Prof. Dr. Bruno Fuser. (De 2008 a 2009, Profa. Ms. Diana Paula de Souza.)

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