30-junho-2009
Juiz de Fora possui cerca de 745 pessoas vivendo em condições de indigência. Elas vivem nas ruas pedindo esmolas ou exercendo algum tipo de subemprego. O catador de papelão João Carlos Ribeiro (foto ao lado) veio de Belo Horizonte e dorme na rua. Ele pede esmolas e ganha apenas R$ 0,50 pelo quilo de papelão. Para tentar resolver casos como esse, o poder público conta com a atuação da Associação Municipal de Apoio Comunitário.
Na cidade, os indigentes ainda podem recorrer ao auxílio de entidades religiosas. Algumas organizações não-governamentais também prestam ajuda. O trabalho voluntário é feito para amparar o morador de rua, dando-lhe alimento e instrução. Essa ajuda é importante, pois muitos dos mendigos ainda enfrentam transtornos mentais.
A preservação da integridade do cidadão gera debate jurídico tanto sobre os direitos de quem pede quanto dos de quem é abordado. Até mesmo os pedintes que exercem alguma atividade são acusados de cometer a mendicância disfarçada.
A indigência levanta também a questão da responsabilidade social. Cientistas estudam o fenômeno pelo qual os pedintes são ignorados pela sociedade, na invisibilidade social. Entre os que notam a existência dessas pessoas, ainda há a barreira da dúvida sobre o destino do dinheiro arrecadado, o que divide a opinião pública.
19-junho-2009
O processo de criação da rádio e TV educativas da UFJF tem sido criticado por professores da Faculdade de Comunicãção (Facom), a qual discutiu o tema em sua última reunião de congregação, realizada no dia 10 de junho. “A Facom está sentindo necessidade de estar mais inteirada do processo”, revela a diretora da faculdade, Marise Mendes. Ela acredita que a TV institucional da UFJF deve ser pensada de forma mais global, e não como um projeto da reitoria. Para isso, Marise aponta a necessidade de diálogo e interdisciplinaridade com outras unidades da Universidade.
Na avaliação do professor do Departamento de Rádio e TV da Facom Eduardo Leão, o processo está sendo desenvolvido “às escondidas”, sem democracia e divulgação. “As coisas que começam errado tendem a se equivocar no meio ou no fim, se é que haverá fim”, pondera. Já o professor Cristiano Rodrigues, do mesmo departamento, comemora a possibilidade, prometida há anos segundo ele, de implantar as emissoras, ainda que o processo possa estar sendo equivocado e imposto. “Antes assim do que nada”, ressalva, apesar de crer que seria importante um diálogo maior tanto com a comunidade acadêmica quanto com a juizforana, buscando atender o interesse dos cidadãos.
17-junho-2009
Durante o período de faculdade, a maioria dos estudantes se desdobra para conseguir ganhar um dinheiro extra. Os motivos são variados, mas principalmente os universitários que vêm de outras cidades para estudar precisam se preocupar com o pagamento de aluguel e todas as contas de quem mora sozinho ou divide um lugar com amigos. Para pagar essas contas haja criatividade e dotes culinários!
A universitária Raruza Keara Schiavi, 23 anos, é conhecida por suas criações artesanais. Há mais de 15
anos faz crochê, tricô, bordado e bijuterias. “Vendo um pouco de tudo. Comecei a fazer artesanato como uma brincadeira, queria fazer roupas para minhas bonecas, mais tarde para mim. Hoje as pessoas adoram as bolsas, blusas e colares que eu faço”, comemora. Com o dinheiro das vendas Raruza já pagou até um curso de idiomas. “Também compro livros e junto dinheiro para viajar. Quando cheguei em Juiz de Fora tinha contas para pagar, e o dinheiro ficava cada vez mais curto para outras atividades”. (more…)
17-junho-2009
Você, que tem uma graninha guardada embaixo do colchão e quer fazer algum tipo de investimento, deve saber que o que mais se fala nos dias de hoje é: em época de crise é melhor não arriscar. Esta frase virou uma espécie de provérbio em noticiários e entrevistas quando o assunto é economia. Mas é a frase que os investidores e agentes de investimentos menos gostam. Em seus diálogos, é comum ouvir algo do tipo: visão a longo prazo, investidor arrojado e paciência. Estas palavras formam uma espécie de mantra usada todos os dias por esses agentes e por aquelas pessoas que compraram ações e não querem perder dinheiro. Aliás, perda de dinheiro é uma frase sempre usada no passado.
17-junho-2009
Circo tem palhaço, mágico, mulher barbada e elefantes inteligentes. Tem também uma turma que sua muito a camisa para proporcionar espetáculos belíssimos aos espectadores. Essa é a turma que se pendura no alto e, só com a força do braço se sustenta em alturas de dar calafrios em qualquer um. Ou você nunca se perguntou como uma pessoa consegue subir em um tecido, pendurado no teto, sem nenhum apoio?
Em Juiz de Fora tem uma turma que se aventura pelas alturas em oficinas de aéreos circenses, modalidades onde os artistas executam evoluções suspensos por algum aparelho específico, como o trapézio, a lira, o tecido, a corda indiana, o trapézio voador etc. As aulas acontecem especificamente em dois aparelhos: o trapézio simples e o tecido. (more…)
17-junho-2009
Você trocaria uma atividade aeróbica por uma sessão de pilates? Ou que tal por uma aula de yoga? Muita gente não faria isso, até porque são exercícios que apresentam várias diferenças, principalmente no quesito impacto. Atividades de baixo impacto como o pilates, yoga e hidroginástica são procuradas normalmente por aqueles que buscam mais que um equilíbrio físico.
É o caso da jornalista Marina Nogueira, que já fez natação e musculação, mas diz só ter se encontrado no yoga. “Pratico há sete anos e considero essencial à minha vida porque sou muito agitada e ansiosa”, afirma. Na língua sânscrito, provinda da Índia, yoga significa união. Segundo o instrutor, Rogério Uchoas, essa união refere-se ao indivíduo e o cósmico na busca do equilíbrio. “O que diferencia esse exercício das práticas ocidentais é a atitude interior, a intenção em si. A prática ocidental esquece o aspecto interno, como concentração, meditação e a busca da auto-realização”, informa o professor. Ele explica que a atividade possui um efeito psicofísico já que, a partir do momento que o praticante toma consciência do aspecto físico passa a conscientizar também do corpo sutil, aquele que vai além do físico. Para quem possui problemas respiratórios, de pressão arterial, labirintite ou psiquiátricos, o yoga é uma boa alternativa. O exercício atua na parte orgânica promovendo força muscular, equilíbrio físico e flexibilidade, além de regular o sistema endócrino. (more…)
17-junho-2009
O ditado popular insiste que rir é o melhor remédio. Mas dar boas risadas em um mundo cada vez mais sério, com tantos problemas a resolver, é tarefa dura. Para levar um pouco de bom humor à vida das pessoas, utilizando observações do cotidiano e da vida moderna é que surgiu o espetáculo de comédia stand up ou humor de cara limpa. A expressão stand-up comedy vem do inglês e indica um show de humor executado por apenas um comediante. Este geralmente se apresenta em pé (daí o termo stand up), sem acessórios, cenários, caracterização ou personagem. (more…)
17-junho-2009
Eleitos pelas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, da cidade de Juiz de Fora, os 19 vereadores mirins estão há dois meses no poder legislativo e já propõem projetos, a maioria no setor da educação. Esta idealização foi criada pelo coordenador do Centro de Atenção ao Cidadão (CAC) Plínio Mansur. Tem como objetivo aproximar as escolas e a Câmara Municipal, desenvolvendo discussões sobre temas relevantes para a cidade dentro dos estabelecimentos de ensino. Assim, os vereadores mirins portarão esse debate para o poder legislativo.
Sérgio Loures, um dos responsáveis pelo projeto, explica que no segundo semestre do ano de 2008 a Câmara Municipal convidou todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio da cidade para se inscrever para o projeto. Das 52 escolas inscritas, foram sorteadas 19 que ficaram responsáveis para eleger seu representante. A última reunião dos vereadores aconteceu no dia 09 de junho. Eles apresentaram os projetos, em agosto vão redigir um documento que será encaminhado para os ‘vereadores adultos’. (more…)
17-junho-2009
Juiz de Fora é uma das cidades brasileiras que comemoram o “Ano da França no Brasil”. O evento, que acontece entre os dias 21 de abril, Inconfidência Mineira, e 15 de novembro, Proclamação da República, foi um convite entre presidentes, de Lula para Nicolas Sarkozy, em agradecimento ao “Ano do Brasil na França”, em 2005.
As apresentações em todo país devem girar em torno de três pontos centrais: França hoje: criação artística, inovação tecnológica, pesquisa científica, debate de ideias, dinamismo econômico; França diversa: diversidade regional, diversidade sócio-cultural e França aberta: busca de parcerias franco-brasileiras que devem inspirar projetos com outros países do mundo.
17-junho-2009
Polêmicas, debates e boatos têm marcado o processo de implantação das emissoras de rádio e televisão educativas da UFJF. De acordo com o diretor de comunicação da Universidade, Kleber Ramos, desde meados de 2008 a instituição tem enviado documentos ao Ministério das Comunicações para análises técnica e jurídica, a fim de que o Ministério defina se haverá ou não concessão de canais para a UFJF. “Está tudo caminhando para que saia [a liberação]. Espero que a concessão saia neste ano, tanto da rádio como da TV”, revela. Segundo Kleber, se depender da vontade da atual administração da Universidade e do reitor Henrique Duque, ambas as emissoras estarão em funcionamento em 2010. Se isso ocorrer, a rádio será a terceira educativa da cidade (já que a Catedral FM e a FM 107 também se enquadram nessa classificação), enquanto a TV será a segunda nessa modalidade (sendo que a primeira é a TVE Juiz de Fora). Os canais da UFJF, designados pelo governo, teriam alcance na cidade e na região, sendo que o televisivo seria exibido em TV aberta.
Produção laboratorial em Jornalismo Hipermídia, Faculdade de Comunicação Social (UFJF). Matérias e reportagens locais, além de reflexões sobre os fazeres jornalísticos em sua relação com as tecnologias. Coordenação: Profa. Ms. Luciene Tófoli e Prof. Dr. Bruno Fuser. (De 2008 a 2009, Profa. Ms. Diana Paula de Souza.)
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