Personagens do QI

Erica Carvalho com a Revista QI, que na terceira edição foi chamada de Tirin.

O fluxo grande de trabalho e experiências proporcionado pelos quadrinhos atrai Erica para esse tipo de arte.

A integrante do grupo Erica Carvalho fala que dentre as etapas de produção de quadrinhos a que mais gosta é a de pintar. Através da qual tem oportunidade de sempre experimentar pinturas diferentes, não precisando fazer a mesma coisa por muito tempo.

Ela lembra de Maurício de Souza e Ziraldo, exemplos de sucesso na carreira. Além da tendência de crescimento no Brasil do Mangá, estilo japonês de revistas em quadrinho mais popular no mundo, o que pode representar grandes oportunidades para os quadrinistas.

Nessa corrente em que um chama um amigo talentoso que chama outro entrou João Miranda, um dos editores e quadrinistas do QI. Sua paixão pelo quadrinho começou na infância e segundo ele é para a vida toda. João destaca que por meio desse tipo de arte você consegue falar sobre a realidade de uma forma mais fácil, podendo ter a mesma profundidade de um longa metragem ou de um texto literário.

Ele lembra que muitas das cabeças pensantes do Brasil são de artistas, e que  cabe aos mais politizados o papel de usarem a sua arte para estimular o debate na sociedade. O Brasil tem tradição em fazer quadrinhos que usam o humor como um instrumento de crítica. O trabalho de Angeli é citado por João com um dos de destaque da atualidade. Voltar

João Milagres e Sarah Siqueira e a revista que é resultado de um mês de trabalho.

João Miranda, Sara Siqueira e a revista que na sua terceira edição foi chamada de Tirinh.

Produção laboratorial em Jornalismo Hipermídia, Faculdade de Comunicação Social (UFJF). Matérias e reportagens locais, além de reflexões sobre os fazeres jornalísticos em sua relação com as tecnologias. Coordenação: Profa. Ms. Luciene Tófoli e Prof. Dr. Bruno Fuser. (De 2008 a 2009, Profa. Ms. Diana Paula de Souza.)

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